Camamu e Taperoá aparecem entre os piores índices de qualidade de vida da Bahia, aponta pesquisa

Levantamento do Índice de Progresso Social (IPS) avaliou os 417 municípios baianos; cidades administradas por Jairo Cruz e Kitty Guimarães registraram baixo desempenho em áreas essenciais como saneamento, saúde e infraestrutura

Camamu e Taperoá aparecem entre os piores índices de qualidade de vida da Bahia, aponta pesquisa

Foto: Divulgação

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (20) trouxe um alerta sobre a qualidade de vida em diversos municípios baianos. O levantamento do Índice de Progresso Social (IPS) avaliou os 417 municípios da Bahia com base em critérios ligados diretamente ao bem-estar da população, como moradia, saneamento básico, saúde, segurança pública, meio ambiente e infraestrutura.

Entre os destaques positivos do ranking estadual, o município de Abaíra, na Chapada Diamantina, apareceu como a cidade baiana com melhor desempenho no estudo. Já no extremo oposto da lista, os municípios de Camamu e Taperoá figuram entre os piores resultados do estado.

Administrada pelo prefeito Jairo Cruz, a cidade de Camamu recebeu nota 50,14 no Índice de Progresso Social e ficou na 415ª colocação entre os municípios avaliados, sendo apontada como uma das cidades com menor índice de progresso social da Bahia.

Já Taperoá, governada pela prefeita Kitty Guimarães, também aparece entre os municípios com baixo desempenho no levantamento, reforçando o debate sobre a necessidade de investimentos em setores considerados essenciais para a melhoria da qualidade de vida da população.

O estudo, repercutido pela imprensa baiana, tem como objetivo medir as condições reais enfrentadas pelos moradores e identificar áreas que necessitam de maior atenção do poder público. Entre os fatores analisados pelo IPS estão acesso à saúde, nutrição, qualidade da moradia, saneamento, preservação ambiental e segurança.

Os números reacendem as discussões sobre infraestrutura urbana, políticas públicas e eficiência administrativa nos municípios do Baixo Sul da Bahia. O resultado também aumenta a pressão sobre as atuais gestões municipais para a adoção de medidas voltadas à melhoria dos indicadores sociais e à ampliação dos investimentos em áreas prioritárias.

 

 

Redação/ Wilton Andrade

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